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São Pedro do Sul tem três casos suspeitos de chikungunya

O que era temido aconteceu: São Pedro do Sul tem três casos suspeitos de chikungunya, a confirmação da suspeita veio da Secretaria Municipal da Saúde nesta quinta-feira (14) que informou que as amostras coletadas foram enviadas para o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen/RS) em Porto Alegre, o resultado deve retornar em 15 dias.

Segundo a enfermeira Beatriz Essi, responsável pelas unidades de ESfs e presidente do Comitê de Combate ao Aedes Aegypti, os Agentes de Endemias estão monitorando um raio de 150 metros das residências dos casos suspeitos. Porém, a única atitude que pode continuar sendo feita é o trabalho de limpeza dos pátios e vistoria de recipientes que possam acumular água e se tornar um criadouro do mosquito. “Temos que ter cidadania e entender que o município está infestado pelo mosquito. Precisamos cuidar nossos pátios e orientar os vizinhos que façam o mesmo”, apela a enfermeira.

Beatriz também alerta para os sintomas que são: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. Porém, a grande diferença da febre chikungunya está no seu acometimento das articulações: o vírus avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local. Ela explica que os sintomas podem ser confundidos com os da gripe e assim que forem sentidos deve-se procurar atendimento médico no Pronto Atendimento Municipal ou nos ESFs.

A febre chikugunya não é transmitida de pessoa para pessoa. O contágio se dá pelo mosquito que, após um período de sete dias contados depois de picar alguém contaminado, pode transportar o vírus CHIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

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